A melhor descoberta que fiz esses últimos tempos foi o CD duplo dos Doces Bárbaros, de 1976, um ano mais novo que eu. Uma “ripice” só, das mais deliciosas, com Gal, Caê, Bethânia e Gil, cabeludos, maconheiros, cantando sobre o “espírito de tudo”, peixes brilhantes, Xangô e Iansã, pássaros que voam e que têm medo de voar. Bem alto-astral!
Baixa aqui que é bom!
As faixas que eu mais gosto:
Fé Cega, Faca Amolada
O Seu Amor
Gênesis
Pé Quente, Cabeça Fria
Peixe
Um Índio
São João, Xangô Menino
Nós, Por Exemplo
Os mais doces bárbaros


