nuvens avançando como bandos de aves migratórias, em geometrias impecáveis que revelam as estruturas de átomos e moléculas;
o vapor que antes de se tornar água descreve um redemoinho coreografado qual concha de nautilus;
a proporção áurea guardada no espaço entre um pingo de chuva e outro;
raios desenhando no céu segmentos de parábolas que revelam as equações por trás de toda a criação.
e o som do trovão… propagado em ondas tão regulares que podem ser usadas para calcular a distância entre os homens, ou entre eles e o céu.

Lindo, Elô!
Adorei a casa nova!
Cheia de textos com cheiro, textura, sabor, temperatura. Receitas de vida — não daquela que tentam nos vender com ©.
O lay-out ficou ótimo! E o novo nome é meta-físico com hífen. Como um dia de chuva. Outro texto belíssimo, diga-se.
valeu, pedrim! adorei a visita…
(riscando o chão com a ponta do pé, mãos sem bolsos e um rosadinho na cara), confesso que isso tudo é a receitinha de uma auto-medicação necessária: pensar menos e sentir mais…
o teu texto das frutas fora-da-lei na praça de Brasília em horário comercial inspirou muito. entre tantos outros…