Há toda uma botânica das histórias, uma germinação necessária entre o viver e o contar. Somos semeados de bênçãos e perdas – que brotam palavras, frondejam orações, florescem romances. Luz e água e húmus sintetizam-se em seiva e sombra. Às vezes o solo embala a semente em sono e o embrião sonha com chuva por toda uma estação. Até que uma gota d’água desperte a genética inexorável do vicejar.
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