jean
13 mai 2011 Deixe um comentário
fazia tempo que eu não chorava. mas o menino pobre que na fila do supermercado me pediu para pagar o arroz, o feijão e o óleo que ele ia levar para a mãe, com um ar acuado e um constrangimento que mal cabia dentro da sua pouca idade, tocou dentro de mim algo mais profundo do que qualquer mal-estar pequeno burguês que já mereceu lágrima um dia. o nome dele era jean. que os anjos o protejam e a todas as crianças como ele.