andar com o pé eu voo

eloise de vylder

uma noite, um lugar-comum

Quando estivermos acampados sobre a rocha, de mãos dadas, cobertos de escuridão e estrelas, com voz trêmula vou lhe falar da beleza fugidia de tudo isto – mãos que se unem e estrelas que brilham. (Enquanto o vento carrega nossas palavras pelo vale iluminado, sobre uma constelação de lâmpadas acesas.) E vou olhar para as linhas que se desenham no canto dos seus olhos, por onde já escorreram sorrisos e lágrimas, com um misto de ternura e temor.

Tudo isto não há de ser nada, você dirá. Tudo isto não há de ser nada… diante da eternidade desse momento.

E respiraremos fundo verdade e ilusão.

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